A Bíblia do Jovem PregadorDa Bíblia ao púlpito.

Estudo Bíblico de Ezequiel 15

Visão geral do capítulo

concentra sua mensagem em jerusalém comparada à madeira inútil da videira destinada ao fogo. Os eixos teológicos sustentados pelo capítulo incluem Profecia e Palavra de Deus, Juízo e justiça divina, Fé e confiança.

Contexto necessário

A unidade anterior trabalha “Anciãos idólatras, responsabilidade pessoal e limite da intercessão”. desenvolve “Jerusalém comparada à madeira inútil da videira destinada ao fogo”, e a unidade seguinte avança para “Jerusalém como esposa infiel, prostituição e aliança”.

Estrutura do capítulo

1. Tema central: Jerusalém comparada à madeira inútil da videira destinada ao fogo.
2. Aspecto central da unidade: Jerusalém comparada à madeira inútil da videira destinada ao fogo.
3. Eixos teológicos sustentados: Profecia e Palavra de Deus; Juízo e justiça divina; Fé e confiança.

Temas principais

Jerusalém comparada à madeira inútil da videira destinada ao fogo

Personagens e lugares

**Personagens/figuras centrais explicitamente mencionados:** Deus.

**Lugares/cenários explicitamente mencionados:** Jerusalém.

Teologia e ensinamentos

Síntese teológica

desenvolve “Jerusalém comparada à madeira inútil da videira destinada ao fogo”. A teologia desta unidade permanece vinculada ao conteúdo próprio do capítulo e ao seu lugar no livro.

Aplicações práticas

Aplicações do capítulo

**Aplicação central — Jerusalém comparada à madeira inútil da videira destinada ao fogo:** A resposta prática é reconhecer o problema, decisão ou responsabilidade que esta unidade apresenta e agir de modo coerente com o caráter de Deus revelado no capítulo.

Fontes

  • Pesquisa editorial autoral com apoio de Matthew Henry, John Gill e Keil & Delitzsch; referências históricas clássicas usadas para aprofundamento.
  • ## Apoio histórico declarado na base
  • Referências clássicas úteis para pesquisa: Matthew Henry, John Gill e Keil & Delitzsch para visões, simbolismo profético, templo e restauração. O comentário final é autoral. Essas obras funcionam como interlocutores históricos e não como autores do texto apresentado aqui.