A Bíblia do Jovem PregadorDa Bíblia ao púlpito.

Estudo Bíblico de Gênesis 19

Visão geral do capítulo

desenvolve juízo sobre Sodoma e Gomorra. No início, o v. 12 este versículo desenvolve os anjos anunciam destruição, apressam a família e conduzem Ló para fora por misericórdia do Senhor. No desenvolvimento, o v. 19 este versículo desenvolve os anjos anunciam destruição, apressam a família e conduzem Ló para fora por misericórdia do Senhor. No fechamento, o v. 32 este versículo desenvolve isoladas nas montanhas, as filhas de Ló embriagam o pai e concebem Moabe e Ben-Ami, ancestrais de moabitas e amonitas.

Contexto necessário

O capítulo anterior desenvolve “Visitantes de Abraão e intercessão por Sodoma”. concentra-se em “Juízo sobre Sodoma e Gomorra”, e o capítulo seguinte avança para “Abraão e Abimeleque”.

Estrutura do capítulo

1. Abertura — Gênesis 19:12: este versículo desenvolve os anjos anunciam destruição, apressam a família e conduzem Ló para fora por misericórdia do Senhor.
2. Desenvolvimento — Gênesis 19:19: este versículo desenvolve os anjos anunciam destruição, apressam a família e conduzem Ló para fora por misericórdia do Senhor.
3. Fechamento — Gênesis 19:32: este versículo desenvolve isoladas nas montanhas, as filhas de Ló embriagam o pai e concebem Moabe e Ben-Ami, ancestrais de moabitas e amonitas.

Temas principais

Juízo sobre Sodoma e Gomorra

Personagens e lugares

**Personagens/figuras centrais explicitamente mencionados:** Sodoma; Senhor; Abraão; Deus.

**Lugares/cenários explicitamente mencionados:** Moabe.

Teologia e ensinamentos

Síntese teológica

desenvolve “Juízo sobre Sodoma e Gomorra”. A teologia desta unidade permanece vinculada ao conteúdo próprio do capítulo e ao seu lugar no livro.

Desenvolvimento doutrinário

**Juízo e justiça divina:** No eixo “Juízo sobre Sodoma e Gomorra”, o juízo mostra que Deus leva o mal a sério e exerce justiça sobre pessoas, líderes, povos ou estruturas.

Aplicações práticas

Aplicações do capítulo

**Juízo sobre Sodoma e Gomorra:** À luz de juízo e justiça divina, a resposta prática é levar o mal a sério, abandonar a autodefesa moral e praticar justiça sem assumir o lugar do Juiz.

Fontes

  • Pesquisa editorial autoral com apoio de obras históricas em domínio público, especialmente Matthew Henry, John Gill e Keil & Delitzsch; quando pertinente, tradição expositiva reformada clássica.
  • ## Apoio histórico declarado na base
  • Na leitura histórica cristã, comentaristas como Matthew Henry e John Gill costumam acompanhar o fluxo narrativo e aplicar pastoralmente a providência, a promessa e a responsabilidade humana. Keil & Delitzsch acrescentam atenção ao desenvolvimento literário e ao ambiente do Antigo Testamento. Essas obras clássicas servem aqui como apoio de pesquisa e comparação. O texto deste comentário, porém, é autoral e não reproduz nem atribui aos comentaristas históricos frases que eles não escreveram.