Estudo Bíblico de Êxodo 9
Visão geral do capítulo
concentra-se em pragas sobre animais, úlceras e granizo.
Contexto necessário
O capítulo anterior desenvolve “Pragas das rãs, mosquitos e moscas”. concentra-se em “Pragas sobre animais, úlceras e granizo”, e o capítulo seguinte avança para “Pragas dos gafanhotos e das trevas e ruptura final com Faraó”.
Estrutura do capítulo
1. Tema central: Pragas sobre animais, úlceras e granizo.
2. Aspecto central da unidade: Pragas sobre animais.
3. Aspecto central da unidade: úlceras e granizo.
Temas principais
Pragas sobre animais, úlceras e granizo
Personagens e lugares
**Personagens/figuras centrais explicitamente mencionados:** Faraó.
**Lugares/cenários explicitamente mencionados:** Egito; Gosém; Israel.
Teologia e ensinamentos
Síntese teológica
desenvolve “Pragas sobre animais, úlceras e granizo”. A teologia desta unidade permanece vinculada ao conteúdo próprio do capítulo e ao seu lugar no livro.
Conexões bíblicas
Conexões bíblicas sustentadas pela base
- **Êxodo 9:16:** Citação no Novo Testamento: cita ao discutir o propósito soberano de Deus em tornar seu nome conhecido por meio do confronto com Faraó.
Aplicações práticas
Aplicações do capítulo
**Aplicação central — Pragas sobre animais, úlceras e granizo:** A resposta prática é reconhecer o problema, decisão ou responsabilidade que esta unidade apresenta e agir de modo coerente com o caráter de Deus revelado no capítulo.
Fontes
- Pesquisa editorial autoral com apoio de obras históricas em domínio público, especialmente Matthew Henry, John Gill e Keil & Delitzsch; quando pertinente, tradição expositiva reformada clássica.
- ## Apoio histórico declarado na base
- A tradição expositiva protestante lê o êxodo como ato histórico de libertação e como grande padrão bíblico de redenção. Henry enfatiza aplicação espiritual, Gill reúne observações históricas e linguísticas, e Keil & Delitzsch ajudam a situar a legislação e o tabernáculo no contexto do Pentateuco. Essas obras clássicas servem aqui como apoio de pesquisa e comparação. O texto deste comentário, porém, é autoral e não reproduz nem atribui aos comentaristas históricos frases que eles não escreveram.